Tomar a decisão de se divorciar já é difícil o suficiente. Entender como o processo funciona — com todos os trâmites legais, prazos e documentos envolvidos — não precisa ser mais um peso.
Este guia foi escrito para esclarecer, com linguagem direta e sem juridiquês, como funciona o divórcio no Brasil em 2026. Quais são os tipos, o que muda em cada situação, quais documentos você precisa reunir e quando é necessário contratar uma advogada.
Existem dois grandes tipos de divórcio: o consensual e o litigioso. A diferença entre eles define não apenas o caminho jurídico, mas também o tempo e o custo do processo.
Ocorre quando ambos os cônjuges concordam com o fim do casamento e com as condições que o acompanham: partilha de bens, guarda dos filhos, pensão alimentícia e regulamentação de visitas.
Quando não há filhos menores ou incapazes, o divórcio consensual pode ser realizado diretamente em cartório, por escritura pública, de forma muito mais rápida e econômica do que um processo judicial. Para isso, a presença de advogado é obrigatória — mas o procedimento costuma ser concluído em semanas.
Quando há filhos menores, o divórcio precisa passar pelo Poder Judiciário, mas ainda pode ser consensual se houver acordo entre os pais sobre guarda, visitas e pensão.
É o divórcio em que não há acordo — seja sobre o fim do casamento em si, ou sobre as condições que o envolvem. Nesse caso, a via judicial é obrigatória, e cabe ao juiz decidir as questões que não foram resolvidas entre as partes.
O divórcio litigioso tende a ser mais demorado e a exigir uma atuação jurídica mais intensa, especialmente quando há disputa de guarda, bens de alto valor ou situações de conflito mais grave. É fundamental ter uma advogada experiente ao seu lado para proteger seus direitos em cada etapa.
A escolha entre cartório e Justiça depende da situação de cada casal. Veja o que determina cada caminho:
Mesmo no divórcio em cartório, é obrigatória a presença de advogado. Não existe divórcio sem representação jurídica no Brasil — e essa regra existe para proteger ambas as partes.
Independentemente da via escolhida, algumas questões precisam ser resolvidas no processo de divórcio:
A lista de documentos pode variar conforme o tipo de divórcio, mas em geral inclui:
O prazo varia muito de acordo com o tipo de divórcio e com o volume de questões a resolver:
Para quem está em Viamão ou Porto Alegre, o andamento do processo depende também da vara de família competente. Uma advogada local conhece o trâmite das comarcas da região e pode orientar sobre prazos realistas para o seu caso.
Sim — tanto a consultoria jurídica quanto parte dos procedimentos podem ser conduzidos de forma remota. O atendimento com a advogada pode acontecer por videochamada, e os documentos podem ser enviados digitalmente. Em alguns casos, é possível outorgar procuração para que o advogado represente a parte no cartório ou em audiências, sem necessidade de deslocamento.
Para clientes fora de Viamão e Porto Alegre, atendo integralmente de forma online, com o mesmo padrão de acompanhamento e atenção ao caso.
Sempre. Em todo tipo de divórcio — consensual ou litigioso, em cartório ou na Justiça — a presença de advogado é legalmente exigida. Mas além da exigência legal, contar com representação jurídica protege você de acordos desequilibrados, de erros documentais que causam atrasos e de decisões que podem ser difíceis de reverter depois.
O momento certo de procurar uma advogada é antes de assinar qualquer documento ou fechar qualquer acordo — mesmo que informal. Uma orientação prévia pode evitar problemas sérios mais adiante.
Uma conversa inicial já ajuda a clarear o caminho. Atendo de forma presencial e online para todo o Brasil.
Falar com a Dra. Denise